Montagem da polia com roda fônica.
Substituição da polia.
Escolhi usar uma roda fônica para leitura de rotação, mesmo sem pretender controlar a ignição. As únicas opções que tinham era a roda fônica na polia, ou trocar o distribuidor de platinado por um com relutor (aranha). Como o distribuidor atual está com um sistema eletrônico interno e funcionando perfeitamente, preferi a roda fônica.
Já tinha guardado um sensor de rotação do tipo relutância variável da Bosch (cód.0 261 210 030), que veio num outro jogo de roda fônica.
Percebi que todos os modelos de roda fônica para Chevette já vinham com a polia (diferentemente do Opala, por exemplo que pode ser somente montada sobre a polia do motor). E que, independentemente da marca do fornecedor, todas eram igual e o diâmetro da polia é menor que a original do carro. Tive que trocar a correia, que tinha 895 mm de perímetro, por uma de 875 mm, para poder não ficar folgada. Infelizmente os vendedores dessas peças de "preparação" deveriam informar corretamente quais caraterísticas do produto são iguais à peça original e quais são diferentes. No futuro, vou mandar soldar uma roda dentada sobre a polia original. Comprei uma sem marca. Veio o suporte.
Tirando a polia: é necessário tirar o radiador, a hélice do ventilador e a correia dos acessórios (alternador e bomba d'água). A polia é presa por um parafuso central de 19 mm e possui dois furos excêntricos para garantir a posição correta com a pequena roda dentada que move a correia do comando de válvulas. Não é preciso mexer com a correia do comando, nem com essa roda dentada.
Não consegui desapertar de nenhuma maneira o parafuso da polia, mesmo deixando alguns dias com WD. Com o carro engrenado e com as rodas calçadas, ao virar a chave, as rodas patinavam mas o parafuso continuava no lugar. Utilizei um truque um pouco arriscado, travar o soquete e o cabo-de-força e dar um toquinho na partida. Com isso o motor de arranque faz o trabalho de destravar o parafuso. Deu certo. Nenhum dano colateral. Mas, como disse, é só um toquinho rápido na partida.
Coloquei a polia nova, coloquei o primeiro cilindro em PMS, em tempo de ignição. A polia do comando de válvulas do Chevette tem um furo que alinha com o parafuso do suporte da capa de proteção da correia. Quando estão alinhados, o motor está no tempo de ignição do primeiro cilindro. Não precisa nem tirar o distribuidor.
Como disse, veio o suporte do sensor também, na verdade um bloco de alumínio e um L de aço, mais parafusos. Colocar o bloco de alumínio no motor foi fácil, o que deu trabalho foi encaixar o sensor de relutância variável, que eu já tinha, no suporte em L. Como disse, essas peças de "preparação" carecem de informação e o suporte do sensor é para sensor tipo hall de VW, cujo diâmetro da cabeça é menor, além da posição dos parafusos. Tive que aumentar o furo principal com uma ponta de pedra cônica e fazer um furo para o parafuso de fixação do sensor no suporte. Essa parte resolvida, percebi que o sensor ficou 15 mm(!) desalinhado com os dentes da roda fônica. Isso porque a roda fônica e o suporte do sensor que veio junto eram "plug and play"!
Depois de procurar um parafusos mais longos e algumas porcas, consegui deixar o L mais afastado do bloco de alumínio e alinhar corretamente com a roda fônica. A prova do trabalho será somente ao fazer a injeção funcionar.
Escolhi usar uma roda fônica para leitura de rotação, mesmo sem pretender controlar a ignição. As únicas opções que tinham era a roda fônica na polia, ou trocar o distribuidor de platinado por um com relutor (aranha). Como o distribuidor atual está com um sistema eletrônico interno e funcionando perfeitamente, preferi a roda fônica.
Já tinha guardado um sensor de rotação do tipo relutância variável da Bosch (cód.0 261 210 030), que veio num outro jogo de roda fônica.
Percebi que todos os modelos de roda fônica para Chevette já vinham com a polia (diferentemente do Opala, por exemplo que pode ser somente montada sobre a polia do motor). E que, independentemente da marca do fornecedor, todas eram igual e o diâmetro da polia é menor que a original do carro. Tive que trocar a correia, que tinha 895 mm de perímetro, por uma de 875 mm, para poder não ficar folgada. Infelizmente os vendedores dessas peças de "preparação" deveriam informar corretamente quais caraterísticas do produto são iguais à peça original e quais são diferentes. No futuro, vou mandar soldar uma roda dentada sobre a polia original. Comprei uma sem marca. Veio o suporte.
Tirando a polia: é necessário tirar o radiador, a hélice do ventilador e a correia dos acessórios (alternador e bomba d'água). A polia é presa por um parafuso central de 19 mm e possui dois furos excêntricos para garantir a posição correta com a pequena roda dentada que move a correia do comando de válvulas. Não é preciso mexer com a correia do comando, nem com essa roda dentada.
Não consegui desapertar de nenhuma maneira o parafuso da polia, mesmo deixando alguns dias com WD. Com o carro engrenado e com as rodas calçadas, ao virar a chave, as rodas patinavam mas o parafuso continuava no lugar. Utilizei um truque um pouco arriscado, travar o soquete e o cabo-de-força e dar um toquinho na partida. Com isso o motor de arranque faz o trabalho de destravar o parafuso. Deu certo. Nenhum dano colateral. Mas, como disse, é só um toquinho rápido na partida.
Coloquei a polia nova, coloquei o primeiro cilindro em PMS, em tempo de ignição. A polia do comando de válvulas do Chevette tem um furo que alinha com o parafuso do suporte da capa de proteção da correia. Quando estão alinhados, o motor está no tempo de ignição do primeiro cilindro. Não precisa nem tirar o distribuidor.
Como disse, veio o suporte do sensor também, na verdade um bloco de alumínio e um L de aço, mais parafusos. Colocar o bloco de alumínio no motor foi fácil, o que deu trabalho foi encaixar o sensor de relutância variável, que eu já tinha, no suporte em L. Como disse, essas peças de "preparação" carecem de informação e o suporte do sensor é para sensor tipo hall de VW, cujo diâmetro da cabeça é menor, além da posição dos parafusos. Tive que aumentar o furo principal com uma ponta de pedra cônica e fazer um furo para o parafuso de fixação do sensor no suporte. Essa parte resolvida, percebi que o sensor ficou 15 mm(!) desalinhado com os dentes da roda fônica. Isso porque a roda fônica e o suporte do sensor que veio junto eram "plug and play"!
Depois de procurar um parafusos mais longos e algumas porcas, consegui deixar o L mais afastado do bloco de alumínio e alinhar corretamente com a roda fônica. A prova do trabalho será somente ao fazer a injeção funcionar.


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